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Viver bem com o VIHRelaçõesNamorar com VIH

Namorar com VIH

Ter VIH não significa o fim dos namoros. Muitas mulheres que vivem com o VIH começaram novos relacionamentos após o seu diagnóstico.

Podemos querer decidir se pretendemos namorar com alguém portador de VIH como nós ou se preferimos continuar a namorar com pessoas seronegativas ou que ainda não fizeram testes.

Podemos achar que namorar com alguém somente porque essa pessoa é portadora de VIH é bastante limitador e que as relações sólidas são, normalmente, baseadas na partilha de interesses e valores, não de um vírus como o VIH.

Podemos achar que o VIH é uma forma de “testar” potenciais parceiros. Se uma pessoa nos ama realmente, nos respeita e está sinceramente interessada em nós, não é o VIH que a vai afastar, pelo contrário, aproxima-a ainda mais. Porém, em muitos casos temos de nos tornar educadoras dos nossos parceiros, muitas pessoas não possuem as informações mais correctas e actualizadas sobre o VIH.

Podemos preferir namorar com alguém que é que vive com o VIH. Algumas das vantagens de namorar com alguém portador de VIH são:

  • Não termos de nos preocupar com a divulgação, caso nos tenhamos conhecido por via da nossa condição;
  • Menos ansiedade sobre a transmissão do VIH;
  • Podemos sentir uma maior igualdade na relação.

No namoro com VIH, a partilha da experiência de viver com o estigma do VIH pode aproximar mais as pessoas.

Se gostava de namorar com alguém que vive com o VIH, existem muitos sites de encontros online com o VIH que o facilitam.

Sexo mais seguro

Evitar transmitir o VIH através do sexo centra-se, sobretudo, na utilização de métodos de barreira para impedir que os órgãos genitais (e bocas) dos nossos parceiros entrem em contacto com os nossos fluidos vaginais. Apresentar uma carga viral indetectável reduz extremamente o risco de transmissão.

O risco de transmissão do VIH nunca é zero. No entanto, pode ser tão baixo que se torna equiparável aos níveis de risco associados a muitas actividades que realizamos normalmente nas nossas vidas. Por exemplo, mesmo quando atravessamos a rua para ir comprar leite, existe um risco muito pequeno de sermos atropeladas por um carro. Contudo, tal não nos impede de sair de casa para ir comprar o leite para o pequeno-almoço! Da mesma forma, ser-se portadora de VIH não deve impedir-nos de ter sexo e relacionamentos nem de nos envolvermos num namoro por causa do VIH. Para muitas de nós, o VIH pode ter uma influência positiva, motivando-nos a descobrir novas formas de ter sexo agradável e mais seguro.

Sexo mais seguro para mulheres que têm sexo com mulheres

A transmissão sexual do VIH por via de relações sexuais entre mulheres é extremamente rara. O único caso comprovado estava relacionado com a partilha de brinquedos sexuais penetrativos não lavados[i].  Recomenda-se que os casais que utilizem brinquedos sexuais evitem partilhá-los, devendo cada uma das mulheres usar os seus. Se vamos partilhar brinquedos sexuais, devemos aplicar um novo preservativo antes de cada pessoa utilizar o brinquedo, ou lavá-lo minuciosamente com sabão neutro e água.

O sexo oral vaginal (cunnilingus) acarreta o risco teórico de transmissão nos casos em que a mulher que vive com o VIH é a que recebe e a mulher que o faz não é portadora do VIH. O risco é baixo, sendo ainda mais reduzido nos casos em que a mulher que vive com o VIH apresenta uma carga viral indetectável[ii]. O casal deve falar sobre o nível de risco com que se sente confortável. A utilização de uma barreira dental para proporcionar uma barreira de protecção também constitui uma opção para reduzir ainda mais o risco.

Embora o VIH seja dificilmente transmissível através de sexo oral entre mulheres, outras infecções sexualmente transmissíveis (herpes, gonorreia e outras infecções) podem ser mais fáceis de transmitir por sexo oral, masturbação mútua, sadomasoquismo (quando as pessoas obtêm prazer sexual através de actos que envolvem infligir ou sofrer dor, como o chicoteamento, a perfuração da pele, etc.) ou através de práticas sexuais violentas, como o fisting (introdução de um punho no ânus). É sempre aconselhável discutir com as nossas parceiras o nível de actividades e de risco que consideramos aceitável, o tipo de relação que desejamos ter (monógama ou não) e as formas de desfrutarmos do sexo. Tal como qualquer outra pessoa, devemos efectuar exames de monitorização da nossa saúde sexual.

No caso de sexo mais seguro para mulheres lésbicas ou bissexuais, consulte Avert.

 

[i] Aidsmap. Female-to-female sexual transmission. Disponível em 
http://www.aidsmap.com/Female-to-female-sexual-transmission/page/1323529/. Consultado em Maio de 2011. 

[ii] The Body. Oral Sex: What’s the real risk for HIV? Disponível em 
http://www.thebody.com/content/art58210.html. Consultado em Julho de 2011.

Poll – Portuguese Support Groups – Portuguese

Encontrar grupos de apoio

O apoio entre pares dado por mulheres, com mulheres e por mulheres portadoras de VIH, cria um ambiente favorável para nos sentirmos capacitadas e tomarmos novamente o controlo das nossas vidas após um diagnóstico de VIH.

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Modificado pela última vez em: feb 5 2013VIRHQ12NP00275-01